3 dicas para melhorar a saúde financeira


Quando o corpo dá sintomas de que está doente, precisamos de ajuda médica. Mas e se for o bolso pedindo socorro? Nessas horas, temos que entender o conceito de saúde financeira. O artigo de hoje traz detalhes sobre esse assunto e ainda mostra como você pode ter uma relação mais saudável com o dinheiro. Vamos lá?

O que é saúde financeira?

Para entender a ideia, continuemos no paralelo com a saúde do corpo. Ela vai muito além da ausência de doenças. Segundo a definição adotada pela Organização Mundial da Saúde, ser saudável tem a ver com um estado de bem-estar físico, mental e social.

No campo monetário, usamos uma lógica parecida. Manter a saúde financeira é muito mais que se livrar das dívidas: trata-se de cultivar boas relações com o capital.

Alguns exemplos incluem:

  • Pagar as contas em dia;
  • Ter disciplina para poupar todo mês;
  • Escolher bons investimentos;
  • Planejar o futuro;
  • Engordar a reserva de emergência, evitando aperto em situações imprevistas;
  • Ter liberdade para viajar, adquirir bens ou realizar outros sonhos que dependam de dinheiro.

Relação entre saúde financeira e educação financeira

A saúde financeira depende de bons hábitos. Da mesma forma que um organismo precisa de alimentação equilibrada e atividade física para permanecer saudável, o orçamento de uma pessoa precisa de organização e planejamento.

Essas são práticas simples, mas que nem sempre estão incorporadas ao dia a dia das famílias.

Isso porque falta educação financeira. Ou seja, falta conhecimento para equilibrar ganhos e gastos. Porém, felizmente, é possível aprender.

Aqui  trazemos bastante conteúdo para quem quer construir uma relação mais saudável com o dinheiro. Informando-se sobre finanças pessoais, planejamento financeiro e investimentos. Você terá as ferramentas certas para trilhar um caminho de prosperidade na vida. Aproveite!

Saúde mental e a vida financeira 

Você qual a relação entre saúde mental e controle financeiro?

De acordo com um estudo divulgado pela revista Psychology and Marketing, compras por impulso gera em nosso cérebro um efeito semelhante ao que usuários de droga sentem. E para algumas pessoas, problemas relacionados à ansiedade podem gerar fobias, como o consumo em excesso, onde o prazer é comprar impulsivamente.

Saúde financeira

A saúde financeira também tem impacto direto na saúde mental, tanto em aspectos positivos quanto negativos.

Enquanto a situação financeira estiver boa, haverá um relaxamento, uma melhor qualidade de vida. Já a falta de dinheiro ou o endividamento costumam gerar desequilíbrio emocional.

O desequilíbrio financeiro pode acarretar em problemas de ansiedade, mau humor, desânimo e até depressão.

Reeducação

Mas como cuidar da saúde, financeira e mental? Especialistas afirmam que cuidando de um problema, estaremos automaticamente cuidando do outro. Está com alguma dificuldade nas finanças? Conversar com um gerente Cresol pode ser esclarecedor e te auxiliar na sua vida financeira.

Aqui vão algumas dicas para você cuidar de sua saúde financeira e respectivamente da sua mente:

  • Cuide do seu orçamento;
  • Quite dívidas;
  • Foque na frase mágica antes de comprar: eu quero ou preciso?
  • Invista em educação financeira;
  • Tenha uma reserva de emergência;
  • Mantenha o equilíbrio;
  • Reveja suas atitudes com seu dinheiro;
  • Tenha em vista o quanto tem e o quanto pode gastar;

Com as finanças em ordem, haverá impactos positivos em sua saúde física e mental, permitindo uma melhor qualidade de vida e maior disposição para viver os bons momentos que ela oferece. Afinal, bolso e mente equilibrados são a solução para uma melhor qualidade de vida.

Como melhorar a saúde financeira

Agora que já entendemos o conceito de saúde financeira, vamos falar de seu saldo. Afinal, até mesmo quem está com o check-up em dia pode melhorar os resultados, não é verdade? Confira as dicas abaixo para “elevar a imunidade” de seu patrimônio.

1. Faça o diagnóstico

Primeiro, você deve entender como anda sua situação. Aí entra a ajuda especializada.

Por exemplo, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disponibiliza um questionário on-line para identificar o Índice de Saúde Financeira da população. Responda com sinceridade e você terá uma noção realista do desafio a enfrentar.

Aliás, é possível até mesmo comparar seu resultado à média nacional – que é baixa: 57 pontos numa escala de 0 a 100.

2. Trate a doença

As dívidas são a grande “doença” de quem enfrenta problemas financeiros. Portanto, o próximo passo para uma vida economicamente saudável é livrar-se delas.

Nesse ponto, não há mistério: você deve gastar menos do que arrecada. Assim, sempre vai sobrar uma graninha no fim do mês.

planilha de custos pode auxiliar você a monitorar as despesas. Essa é uma ferramenta interessante para identificar desperdícios, por exemplo. Assim, fica mais fácil realizar os cortes necessários para equilibrar as contas.

Importante: quem tem dívidas muito altas pode negociá-las. Essa estratégia geralmente garante descontos e o reparcelamento, de modo que as prestações finais caibam no orçamento pessoal.

3. Cultive bons hábitos

Como dissemos lá no início, saúde financeira não é só a ausência de dívidas. Depois que você equilibra as contas, precisa manter hábitos para atingir o bem-estar.

Um deles é o consumo consciente. Procure comprar apenas os itens necessários, de preferência à vista. Claro que dá para adquirir alguns produtos supérfluos de vez em quando, desde que não comprometam seu orçamento mensal.

Outro ponto importante consiste em poupar. Essa é uma prática para a vida toda.

Guarde dinheiro mês a mês, ainda que seja uma quantia baixa. No longo prazo, você terá capital para fazer aquisições mais robustas (como carro e casa própria). Também terá um complemento para a aposentadoria.

Ainda, vale a pena estudar sobre investimentos financeiros. Os fundos de renda fixa e renda variável entregam juros, o que acaba expandindo seu patrimônio.

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